UMA TARDE BRINCANDO COM O JOGO DA VELHA DA MULTIPLICAÇÃO E COM O JOGO DA TRILHA DOS RESTOS

Autores

  • Alex Silva Pereira Matos
  • Robson Pires
  • Bárbara Freire Ferreira
  • Regina Litz Lamblém
  • Irene Coelho de Araújo

Resumo

Jogos pedagógicos são excelentes ferramentas para promover o ensino e a aprendizagem de
matemática, pois despertam a curiosidade e promovem interação tanto entre os alunos quanto entre
alunos e objeto a ser estudado. Neste trabalho relatamos sobre uma ação extracurricular de
aproximadamente 2 horas que envolveu jogos relacionados às operações de multiplicação e de
divisão para alunos do nono ano do ensino fundamental da escola Estadual Hermelina Barbosa
Leal. A aula foi conduzida por dois acadêmicos do Curso de Matemática da UEMS/Cassilândia,
bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) e orientada por
supervisores e coordenadores do PIBID. O objetivo da ação foi desenvolver o raciocínio lógico dos
alunos e trabalhar com operações de multiplicação e de divisão. Participaram da ação 8 alunos, que
foram organizados em duplas. Para o jogo da velha da multiplicação, cada dupla recebeu um
tabuleiro contendo 5 colunas e 6 linhas, sendo que na última linha haviam os números 2, 3, 4, 5 e 6
e nas demais haviam o resultado do produto entre os números da última linha. Os acadêmicos
explicaram que o primeiro jogador escolheria dois números da última linha, faria a multiplicação
entre eles e marcaria a casa do tabuleiro referente ao produto, em seguida o próximo jogador faria
procedimento análogo e assim sucessivamente. O jogador que completasse primeiro todas as casas
de uma linha ou de uma coluna ganharia o jogo. Já para o jogo da trilha dos restos, cada dupla
recebeu um tabuleiro contendo uma trilha de 50 casas com números aleatórios entre 0 e 97 e uma
tampinha branca e outra amarela, uma para cada jogador. Os acadêmicos explicaram que na
primeira rodada, cada jogador lançaria um dado e locomoveria sua tampinha na trilha de acordo
com o número que ficasse na face voltada para cima. A partir da segunda rodada, o jogador deveria
lançar o dado e o número da face de cima do dado seria o divisor do número que estava na casa do
tabuleiro em que o jogador estivesse com a tampinha (o dividendo seria o número escrito na casa
em que jogador estivesse e o divisor o número da face de cima do dado) e o resto dessa divisão
indicaria o número de casas que o jogador andaria no tabuleiro. Caso o jogador efetuasse um
cálculo errado passaria a sua vez e permanecia na mesma casa do tabuleiro. O vencedor seria o
jogador que chegasse primeiro no final da trilha. No jogo da velha os alunos tiveram mais facilidade
para fazer as operações, já no jogo da trilha eles tiveram dificuldades para efetuar as divisões e
encontrar os restos, contudo ao final desse jogo eles apresentaram uma evolução na realização das
operações.

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Publicado

09/12/2019

Como Citar

Matos, A. S. P., Pires, R., Ferreira, B. F., Lamblém, R. L., & Araújo, I. C. de. (2019). UMA TARDE BRINCANDO COM O JOGO DA VELHA DA MULTIPLICAÇÃO E COM O JOGO DA TRILHA DOS RESTOS. ANAIS DO EGRAD, 6(9). Recuperado de https://anaisonline.uems.br/index.php/egrad/article/view/6029

Edição

Seção

CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

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