O SUJEITO QUEER NA AUTOFICÇÃO DE PAI, PAI

Fernanda Rezende Pache de Souza, Paulo Henrique Pressotto

Resumo


Resumo: A proposta deste artigo é apresentar alguns aspectos teóricos, como autoficção e teoria queer; além disso, abordar a representação do sujeito, da homossexualidade, do pai e do filho, da infância e do seminário, no livro Pai, pai (2017), de João Silvério Trevisan (1944), relacionando-os. Os objetivos são: apresentar conceitos da autoficção que dá forma ao romance; apontar conceitos da Teoria queer; revelar a tensão entre pai e filho presente na narrativa em dois momentos (infância e juventude no seminário). A metodologia se apresenta da seguinte forma: pressupostos teóricos sobre autoficção e memória (LEUJENE, 2014; PERRONE-MOISÉS, 2017); Teoria queer (MISKOLCI, 2012) e interpretação de passagens, indo da infância ao seminário (TREVISAN, 2017). Os resultados alcançados estão relacionados à relação de João com seu pai José e à sua constituição como um sujeito queer em diferentes fases da vida.

 

Palavras-chave: Pai, pai. Trevisan. Autoficção. Sujeito.

 


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