v. 2 n. 2 (2019): NOVAS FORMAS DE ENFRENTAMENTO DO RACISMO, XENOFOBIA E DISCRIMINAÇÕES CORRELATAS SÃO NECESSÁRIAS. COMO CONSTRUÍ-LAS?

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Visa promover a discussão e a difusão de conhecimentos acerca das questões que envolvem a diversidade cultural, étnica, racial, das desigualdades entre mulheres e homens, mas também das masculinidades não hegemônicas e da diversidade sexual e de gênero (para além da matriz hétero(cis)sexual), as desigualdades econômicas e de nacionalidades. Pretende-se construir no ambiente acadêmico e, para além dele, debates sobre os modos como os múltiplos marcadores da diferenciação e das desigualdades social, política, cultural e econômica, operam ou não de modo interseccional, na construção da geopolítica do conhecimento científico e suas epistemologias, na produção das violências, discriminações, exclusões de negros/a negras, mulheres, indígenas, Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais- LGBTQ+, imigrantes, populações empobrecidas. Mas, também se objetiva visibilizar os modos como esses e/outros grupos e pessoas oprimidas e subalternizadas constroem saberes e práticas sociais das muitas resistências, lutas e resiliências as essas múltiplas opressões pela via da educação, arte movimentos sociais, nas ONG’s, nos coletivos informais, nos centros de pesquisa, etc. Todos esses objetivos dialogam com o programa pelas Nações Unidas- Década Internacional de Afrodescentes 2015-2024, de modo a promover o respeito, o reconhecimento a igualdade, a justiça social cognitiva que contemple a diversidade étnica-racial, na perspectiva do direito a igualdade e a não discriminação; acesso à justiça; direito ao desenvolvimento socioeconômico e superação da pobreza; bem como a proteção contra a discriminação múltipla e agravada.
Publicado: 22/03/2020

ST. 01 AÇÕES AFIRMATIVAS: DILEMAS, AVANÇOS E POSSIBILIDADES