EFEITOS GERADOS PELA UNIÃO ESTÁVEL: UMA ANÁLISE DO INSTITUTO NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO

Autores

  • Lucas Sanches Tizzo UEMS
  • Léia Comar Riva UEMS

Resumo

Entre as formas de constituição de família o concubinato puro ou união estável, durante o processo histórico nacional, sofreu diversas modificações e se diferencia quanto a alguns efeitos do instituto do casamento. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 226 § 3º, reconhece a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar e determina que a lei deva facilitar sua conversão em casamento. A pesquisa visa examinar os efeitos pessoais e patrimoniais produzidos com o estabelecimento da união estável, de acordo com a atual legislação brasileira, e investigar questões referentes à introdução da união estável no ordenamento jurídico brasileiro. A pesquisa justifica-se, entre outras razões, por contribuir com o levantamento de dados que sirvam de fundamentação para outras pesquisas; auxiliem no conhecimento dos efeitos gerados por essa entidade familiar, possam prevenir futuros litígios, além de, contribuir para o reconhecimento dos direitos dos que estabeleçam esse tipo de união e, dessa forma, buscar maior efetivação dos direitos constantes na legislação brasileira aos que vivem em união estável. O procedimento metodológico constituirá da pesquisa bibliográfica dos institutos fundada na discussão teórica do material consultado junto ao Direito brasileiro. Importante se faz ressaltar que a pesquisa encontra-se no início da coleta de dados.

Palavras-chave: entidade familiar. Conviventes. legislação brasileira.

Biografia do Autor

  • Lucas Sanches Tizzo, UEMS
    Discente do curso de Direito da UEMS. Bolsista da UEMS, Unidade Universitária de Paranaíba.
  • Léia Comar Riva, UEMS
    Doutora em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Professora do curso de Direito e Especialização em Direitos Humanos da UEMS, Unidade Universitária de Paranaíba.

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Publicado

2016-12-14

Como Citar

EFEITOS GERADOS PELA UNIÃO ESTÁVEL: UMA ANÁLISE DO INSTITUTO NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO. (2016). ANAIS DO SCIENCULT, 5(2), 109-124. https://anaisonline.uems.br/sciencult/article/view/3368