AS IMPLICAÇÕES DOS PROGRAMAS DE ALFABETIZAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Alessandra Ferreira Braga Carrilho

Resumo


O artigo As implicações dos programas de alfabetização na formação de professores, propõe resgatar historicamente algumas iniciativas do Ministério da Educação que focalizaram a formação de educadores dos primeiros anos do ensino fundamental em programas que visam melhorar os índices das avaliações em larga escala como por exemplo: o Programa de formação de professores alfabetizadores (Profa), Pró-letramento, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), e atualmente o Políticas Nacional para Alfabetização, lançado em 2017. O recorte temporal pretendido são os anos de 1990, que significou para o cenário nacional o período de aproximações entre organismos internacionais com intenções econômicas, políticas via educação e o governo federal, bem como, ano Internacional da Alfabetização, segundo a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciências e Cultura (UNESCO). Neste contexto apresentaremos a formação de professores alfabetizadores incutidas nos programas idealizados pelo MEC como instrumento voltado a resultados estatísticos das classes de alfabetização.  Balizados por autores que discutem as políticas públicas educacionais como: Motta (2011), Ramos (2011), Dourado (2013), e Saviane (2013), teremos a conjuntura do período, associados a aportes legais que corroboraram para delinear as perspectivas de formação em vigência: Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação/ LDB de 1996 e o Plano Nacional de Educação/PNE decenal 2014-2024. E autores como Frigotto (2011), Oliveira (2011) e Freire (2017) que fomentarão a ideia da formação de professores em uma concepção emancipatória e libertadora.

 

Palavras-chaves: Programas Educacionais. Formação de Professores. Alfabetização.


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