ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE GOIABEIRA EM DIFERENTES RECIPIENTES, SUBSTRATOS EM AMBIENTE CLIMATIZADO

Viviane do Amaral Gomes Mesquita, Edílson Costa

Resumo


Conduziu-se experimento em casa de vegetação climatizada com o objetivo de avaliar a influencia de diferentes substratos e recipientes no enraizamento de estacas de goiabeira (Psidium guajava L.). As estacas foram plantadas em sacolas de polietileno nas dimensões de
8,0 x 14 cm (R1), 12,0 x 16,0 cm (R2) e 15 x 21,5 cm (R3), preenchidas com seis substratos: (S1) 100% de composto orgânico; (S2) 86% Vermiculita e 14% de composto orgânico; (S3) 86% de solo e 14% de composto orgânico; (S4) 86% Fibra de coco grossa e 14% de composto orgânico; (S5) 86% Fibra de coco fina e 14% de composto orgânico e (S6) 86% Plantimax® e 14% de composto orgânico. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, no esquema
de parcelas subdivididas, com três repetições, onde cada repetição foi um conjunto de cinco estacas. As parcelas foram os recipientes (R) e as subparcelas foram às composições dos substratos (S). Aos 70 dias após o plantio (DAP) os substratos foram similares para as
porcentagens de estacas vivas e porcentagem de estacas com folhas. Para a porcentagem de estacas com calo a fibra de coco chips apresentou maiores valores que o solo. O recipiente com maior volume promoveu melhor acondicionamento às estacas.

PALAVRAS-CHAVES: enraizamento, recipientes, substratos.

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