COLONIALIDADE E PRECONCEITO

a história da hanseníase e a educação em leprosários no Brasil

Autores

  • Andrew Vinícius Cristaldo da Silva Universidade Católica Dom Bosco
  • Nádia Bigarella Universidade Católica Dom Bosco

Palavras-chave:

Colonialidade, Hanseníase, Exclusão social.

Resumo

O texto aborda as teorias da colonialidade do poder e seu impacto nas estruturas sociais, culturais e econômicas globais para compreender a organização das classes hospitalares, especialmente no contexto do tratamento da hanseníase no Brasil. A partir da matriz colonial que hierarquiza pessoas por raça, gênero e trabalho, persistem práticas de dominação e exclusão, como o isolamento compulsório em leprosários, que segregava e subalternizava pacientes, negando-lhes direitos básicos, incluindo educação. Esse modelo refletia a lógica colonial e higienista, reforçando estigmas e desigualdades sociais que permanecem presentes na saúde pública, evidenciando a necessidade de reconhecer e combater a colonialidade para promover justiça social e inclusão.

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Publicado

2026-06-11

Edição

Seção

EIXO 3: EDUCAÇÃO, DIREITOS HUMANOS, DIVERSIDADE E INCLUSÃO