A MAXIMIZAÇÃO DA SATISFAÇÃO FAMILIAR: O CASO DOS TRABALHADORES RESIDENTES EM CURITIBA E FRANCISCO BELTRÃO, NO PARANÁ.

Roselaine Navarro Barrinha

Resumo


No Brasil, o Salário Mínimo foi criando em 1936, por meio da Lei nº185 de 1936  e do Decreto lei nº399 de abril de 1938. Juntos eles regulamentaram a sua institucionalização. De acordo com a atual constituição o salário mínimo deve ser capaz de atender as necessidades vitais básicas do trabalhador e de sua família, as quais dizem respeito à alimentação, vestuário, habitação, higiene e transporte. No que tange à alimentação o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) realiza mensalmente a “Pesquisa do Custo da Cesta Básica de Alimentação” em 27 capitais brasileiras. Por sua vez, o Grupo de Estudos e Pesquisa em Economia, Agricultura e Desenvolvimento (GEPEAD), da UNIOESTE, a desenvolve para Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná. Nesse sentido, buscou-se, a partir dos dados obtidos por tais órgãos, verificar a variação do poder de compra do Salário Mínimo em Francisco Beltrão e na capital paranaense, de 2008 a 2016, com vistas a discutir a seguinte problemática: o Salário Mínimo Nacional (SM) propicia ao trabalhador brasileiro, mais especificamente, ao residente em Curitiba e/ou Francisco Beltrão, maximizar, por meio de sua renda, a satisfação familiar? Os dados obtidos apontam, dentre outros aspectos uma negativa nesse sentido, o que auxilia na compreensão de que a teoria econômica deve ser considerada enquanto base de análise e planejamento e não como doutrina com caráter teológico.

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