CONSCIENTIZAÇÃO E PREVENÇÃO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

Autores

  • Ibrahim Mamud Neto
  • Fátima Alice Aguiar Quadros
  • Flavio Renato de Almeida Senefonte

Resumo

Nos últimos anos uma das principais comorbidadse que afetam a vida da população são as Doenças Cardiovasculares (DCV), sendo responsáveis por uma parcela muito grande de morbidade. A Organização Mundial da Saúde prevê para o ano de 2030 cerca de 23 milhões de mortes devido a doenças cardiovasculares e temos como principais fatores de risco para essas doenças o sedentarismo, tabagismo, obesidade, altos níveis de glicose no sangue, hipertensão arterial sistêmica

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), as doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte no mundo. Alguns fatos sumarizados pela OPA e OMS também são relevantes. Baseando-se nisso, é de extrema importância trabalhar com a comunidade a questão da conscientização e prevenção da Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Cabe lembrar a necessidade da atenção especial à comunidade indígena, por isso também será trabalhado a questão da Hipertensão Arterial Sistêmica com os indígenas. Explicar a doença, os fatores de risco, conscientizar sobre os hábitos de alimentação e vida além de explicar a necessidade de atividades físicas.

O projeto teve como objetivos:

1-    Sensibilizar a comunidade a respeito da Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS).

2-    Orientar a comunidade quanto a quem procurar quando necessário a respeito da HAS.

3-    Despertar na população um senso crítico e de resguarda em relação a necessidade de tratar a HAS na família e na própria comunidade.

 

O projeto foi realizado em aldeias indígenas em Campo Grande – MS, especificamente duas: Água Funda e Novo Dia. Como metodologia de ação foram utilizadas: Palestras sobre Hipertensão arterial sistêmica, rodas de conversa com a comunidade, tira-dúvidas sobre HAS, dinâmicas que envolvam a participação da comunidade para construção de conhecimento e orientação quanto aos serviços de saúde disponíveis.

Como resultados e conclusões tivemos alguns indígenas com Hipertensão em Estágio 1,2 e 3. Foram poucas pessoas com a pressão arterial muito elevada. Foi observado também um cuidado com a comunidade por parte dos indígenas, muitos deles já fazem acompanhamento em Unidades de Saúde e sabem quem procurar em casos de crise hipertensiva. Para os indígenas sem nenhum conhecimento ou orientação, realizei o MRPA para acompanhamento, orientei e encaminhei para o posto de saúde mais próximo.

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Publicado

01/04/2020

Como Citar

Neto, I. M., Quadros, F. A. A., & Senefonte, F. . R. de A. (2020). CONSCIENTIZAÇÃO E PREVENÇÃO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA. ANAIS DO SEMEX, (12). Recuperado de https://anaisonline.uems.br/index.php/semex/article/view/6858

Edição

Seção

SAÚDE