IMPORTÂNCIA DE MATAS NATIVAS: PRÁTICA EDUCACIONAL

Lucas Ortega, Lucas Cabette, Alisson Levino, Suzani Stefani Silva Amate, Vinicius Nunes Gomes, Gustavo Henrique Lazari da Silva

Resumo


No meio científico de universidades é inerente o conhecimento da importância dos recursos florestais e suas dinâmicas no meio ambiente e ecossistema. Entretanto, esse mesmo é pouco conhecido dentro da cultura popular, onde muitos cidadãos além de ter completo desconhecimento da importância da mata nativa de pé gerando recursos florestais, têm absoluta crença que elas atrapalham o desenvolvimento da cidade e da economia. Observando a falta de sensibilidade para com estas importantes gerenciadoras do ecossistema, logo tem-se a necessidade de que ainda precisam ser amplamente promovidas e difundidas informações sobre a importância das matas nativas e como elas ajudam não só o ecossistema, mas como também a vida humana. Promover reflexões sobre a importância das matas nativas de pé, uma vez que na cidade a população, por não ter contato com a floresta, muitas vezes não tem o devido conhecimento de sua vitalidade para o ecossistema. Explanar a importância dos recursos florestais, tanto para o meio ambiente quanto para o ser humano e suas necessidades; por meio desta conscientizar e sensibilizar. A escola, assim como a educação básica tem como um objetivo adjacente ao ensino, à formação do pensamento crítico do aluno, junto as matérias transversais como meio ambiente, preservação, natureza e poluição, criando o ambiente perfeito para trabalhar com práticas lúdicas que possam auxiliar na compreensão dos alunos da problemática ambiental. A ação 'Importância de matas nativas: Prática educacional' foi realizada na Escola Estadual Filintro Muller e teve como principal objetivo sensibilizar crianças e adolescentes do município de Ivinhema sobre os benefícios florestais trazidos a humanidade, por meio de maquetes interativas que demonstram os conceitos ecológicos dos papéis desenvolvidos pelas árvores e sua a importância para o ecossistema nativo e diversidade, para o escoamento, infiltração de água, diversidade genética e corredor ciliar. Utilizando de uma abordagem participativa que busca contribuir para o aprendizado dos participantes, pelo desenvolvimento de práticas sincronizadas com os conteúdos tratados no ensino regular, apresentando o tema de forma lúdica. Os Alunos responderam bem a abordagem, a utilização de material lúdico, como uma aula que não os mantinham apenas sentados anotando, mas sim participando das práticas, seja diretamente, com o material (sementes, plântulas, maquetes) ou indiretamente (respondendo as perguntas e dando suas opiniões a respeito de oque ocorreria em cada maquete), demonstraram interesse e não perderam foco durante as práticas, mesmos as salas com maior histórico de distração.


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