O JOGO COMO ALTERNATIVA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PARA A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

Pamela Joane de Freitas Neves, Alexandre de Castro

Resumo


Os jogos, principalmente os coletivos, têm sido objeto de estudos em diversas áreas e níveis de ensino. Esses estudos buscam sujeitos e objetos na Educação Infantil, momento em que é possível a realização de muitas atividades coletivas. Os jogos têm funções específicas e, quando não trabalhadas adequadamente podem resultar em atividades frustrantes, principalmente, no tocante a competitividade, a agressão, que podem se transformar em violência. Com uma visão em torno da deficiência intelectual, este estudo buscará compreender como tem ocorrido o desenvolvimento das crianças na Educação Infantil a partir da utilização de jogos, com um direcionamento da teoria histórico-cultural, subsidiada pelos estudos de Vygotsky, e seguidores desta teoria. Assim, com a pesquisa respondemos as seguintes questões: Em que momento histórico o jogo começou a fazer parte do processo educacional? O jogo contribui para o desenvolvimento cognitivo, afetivo e psicomotor de crianças com deficiência intelectual na infância? Existem jogos mais apropriados para ser utilizados no processo ensino/aprendizagem para crianças da Educação Infantil, com ou sem deficiência intelectual? Para responder as questões trabalharemos com a pesquisa bibliográfica. É importante que se compreenda que o jogo tem ludicidade e é um ótimo recurso no processo ensino/aprendizagem para diversas atividades educacionais, pois é nesse período em que a curiosidade e a criatividade está em maior vigor.


Palavras-chave


Deficiência intelectual. Jogos. Educação Infantil

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ISSN ELETRÔNICO: 2175-8719