RESPOSTA DA CANA-DE-AÇÚCAR EM FUNÇÃO DE ADUBAÇÕES COM POLÍMEROS

Nádia Rodrigues Nogueira, Hamilton Kikuti

Resumo


Fertilizantes revestidos com polímeros supostamente podem permitir redução de doses da adubação recomendada, pela liberação gradativa dos nutrientes aumentando sua
eficiência. Objetivou-se avaliar o desenvolvimento inicial da cana-de-açúcar em função de adubações com e sem polímeros, no sistema de cultivo de cana de ano e meio. Os
tratamentos foram constituídos por adubações NPK, administradas no plantio e que se seguem: T1 sem polímeros (60-120-100); T2 com polímeros (60-120-100); T3 com polímeros (30-60-50); T4 sem polímeros (30-140-100 + 20 kg de K2O e 60 kg de N em cobertura); T5 com polímeros (30-140-100 + 20 kg de K2O e 60 Kg de N em cobertura); T6 com polímeros (15-70-50 + 10 Kg de K2O e 30 kg de N em cobertura). Para tanto foi utilizado o delineamento experimental de blocos casualizados, com 4
repetições. Foram avaliados o número de perfilhos, a viabilidade de gemas, a altura de plantas, o número de folhas, a massa de colmos na coleta e após secagem em estufa, a
massa de folhas na coleta e após secagem em estufa. Na viabilidade de gemas a utilização de polímeros foi positiva, pois o T5 apresentou melhor resultado em relação
ao T3. No perfilhamento os tratamentos 1, 4 e 5 foram melhores que o tratamento 3. Na altura de plantas, mereceu destaque o T1 em relação ao T3. Pode-se afirmar que a
utilização de polímeros no revestimento de adubos é positiva quando avaliado o desenvolvimento inicial de cana-de-açúcar, variedade SP83-2847, para cultivo na região
de Cassilândia, quando efetuado o plantio na sistema de cana planta de ano e meio.

PALAVRAS – CHAVE: Saccharum spp; desenvolvimento; nutrientes

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