OVELHAS DA RAÇA SANTA INÊS INDUZIDAS AO ESTRO COM ESPONJAS DE PROGESTÁGENOS COM DIFERENTES TEMPOS DE PERMANÊNCIA

Josilaine Aparecida da Costa Lima, Aya Sasa

Resumo


Com o objetivo de avaliar a eficácia do tratamento de indução de estro em ovelhas da raça Santa Inês com diferentes tempos (cinco e sete dias) de permanência das esponjas
intravaginais, o presente estudo foi conduzido com 16 fêmeas em anestro sazonal e um macho vasectomizado. Para identificação das fêmeas em estro o macho foi impregnado com tinta na região prepucial. As fêmeas foram submetidas aos tratamentos: controle (GC), sem tratamento hormonal; cinco (G5) e sete (G7) dias de permanência das esponjas intravaginais. As fêmeas dos grupos G5 (n = 5) e G7 (n = 5) receberam esponjas com 60 mg de acetato de
medroxiprogesterona (MAP), as quais permaneceram durante cinco (G5) e sete (G7) dias na porção cranial da vagina. No momento da retirada das esponjas uma injeção intramuscular de 500 UI de gonadotrofina sérica de égua prenhe (PMSG) foi aplicada na região dorsal do animal. Todos os animais avaliados apresentaram estro. Não houve diferença significativa (P0,05) entre os tratamentos. O intervalo entre a retirada das esponjas ao estro foi de 1,8 dias
para o grupo G5 e 2,0 dias para o grupo G7. Para o GC (n = 6) esse intervalo foi de 4,5 dias. Para este parâmetro foi constatado diferença significativa (P0,01) entre os grupos tratados (G5 e G7) e o grupo controle. Com os dados apresentados, pode-se concluir que ambos os protocolos de cinco e sete dias de permanência das esponjas intravaginais induzem com eficiência o estro em ovelhas Santa Inês em época de fotoperíodo crescente.

Palavras-chave: anestro, gonadotrofina, indução, esponjas intravaginais.

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