CONTROLE QUÍMICO DE PLANTAS DANINHAS EM PÓS- EMERGÊNCIA NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR

Ronny Clayton Smarsi, Cristiane Gonçalves de Mendonça

Resumo


A cultura da cana-de-açúcar pode ter sua produtividade reduzida pela presença de plantas daninhas durante seu desenvolvimento. O objetivo do trabalho foi avaliar o controle
químico da variedade SP83-2847 de cana-de-açúcar em aplicação de herbicidas em pós-emergência, comparando a eficácia dos produtos no controle das plantas daninhas e o nível de fitotoxicidade na variedade estudada. O presente trabalho foi instalado em área de produção comercial de cana-de-açúcar da Usina IACO Agrícola S.A., localizada no município de Chapadão do Sul – MS. O experimento foi conduzido no delineamento experimental em blocos casualizados e com quatro repetições. Foram testados oito tratamentos, descritos a seguir (dose gramas de i. a. ha
-¹): isoxaflutole (150), sulfentrazone (100), Clomazone (100), Diuron + Hexazinone (976 + 284), Tebuthiuron (1000), Tebuthiuron (1500), Imazapic (105) e testemunha capinada. A aplicação foi realizada quando a cultura estava na fase de esporão. Utilizou-se um pulverizador costal pressurizado a CO2, provido de barras com pontas tipo leque. Os parâmetros avaliados foram: avaliação visual de fitotoxicidade e controle de plantas daninhas. Os dados foram submetidos às análises de variância pelo Teste F (5% de probabilidade) e teste de comparação de médias pelo Teste de Tukey (5% de probabilidade). O herbicida imazapic causou maior fitotoxicidade na cultura da cana-de-açúcar, chegando aos 120 dias após a aplicação (DAA) com 20 % de fitotoxicidade. Todos os herbicidas testados, com exceção ao isoxaflutole, apresentaram níveis de controle superiores à testemunha capinada.

Palavras-chave: herbicida, fitotoxicidade, tebuthiuron, imazapic.

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