FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO ESCOLAR: PIBID

Autores

  • Elisângela dos Santos Barbosa NEVES Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
  • Luciana Lopes CRISTALDO Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
  • Giusley Dias ACUNHA Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
  • Marta de Oliveira PEREIRA Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
  • Iara Fernanda NOGUEIRA Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
  • Alaíde Pereira Japecanga AREDES Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Palavras-chave:

PIBID, Inclusão, Formação Docente

Resumo

É possível notar que ao longo da história da educação inclusiva, as discussões sobre oportunizar melhores condições e contribuições para os alunos com deficiências vem produzindo mudanças históricas. Dessa forma, almejamos uma escola inclusiva, que se estruture em um ambiente acolhedor, no qual todos os estudantes sejam reconhecidos, respeitados e educados em classes regulares, com oportunidades de aprendizagem compatíveis com suas necessidades e potencialidades. Considerando as evidentes evoluções já constituídas, este relato apresenta as observações dos desafios enfrentados na educação básica em sala regular de ensino. E para tanto, como alunas do curso de Pedagogia e bolsistas do Projeto de Iniciação à Docência (PIBID), o programa nos oportunizou vivenciar a realidade em sala de aula. Em razão dessa experiência foi possível constatar uma crescente preocupação do corpo escolar e principalmente dos professores regentes em assegurar que todos tenham o acesso ao conhecimento planejado e qualificado. Ainda que a legislação assegure o direito a educação para todos, a educação para a diversidade ainda está em construção, ou seja, não há um consenso sobre a melhor estratégia para promove-la. Os desafios citados pelos educadores evidenciam que há uma incompatibilidade de inclusão para realizar de forma adequada uma prática pedagógica inclusiva. Uma vez que, as lacunas na formação docente e o desconhecimento dos diversos casos e laudos não fechados ou avaliados, sem uma descrição definida, seja por ainda estar em estudo, seja pelas dificuldades da aceitação familiar e participação efetiva das crianças nas atividades propostas, ou outros ainda não mencionados, somam significativamente para uma sobrecarga profissional levando-os a indagar se de fato, têm a vocação para dominar as características da deficiência, elaborando adequações e auxiliando nas possíveis crises. Com o pressuposto de que é a escola que deve se adaptar para melhor atender, a execução da lei sujeitou aos professores ajustar de forma subjetiva as diferenças de aprendizagens individuais. Portanto, conclui-se através dessa vivência, que a formação docente deve contemplar, desde o início da graduação, conteúdos e práticas voltados à Educação Especial, a fim de superar lacunas que podem geram insegurança profissional. Uma preparação sólida e integrada à realidade escolar é essencial para promover a inclusão e assegurar o direito de todos a uma educação de qualidade.

Biografia do Autor

Elisângela dos Santos Barbosa NEVES, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

DISCENTE

Luciana Lopes CRISTALDO, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

DISCENTE

Giusley Dias ACUNHA, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

DISCENTE

Marta de Oliveira PEREIRA, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

DISCENTE

Iara Fernanda NOGUEIRA, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

DISCENTE

Alaíde Pereira Japecanga AREDES, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

DOCENTE

Referências

ENEPEX 2025

Publicado

2026-02-19

Como Citar

NEVES, E. dos S. B., CRISTALDO, L. L., ACUNHA, G. D., PEREIRA, M. de O., NOGUEIRA, I. F., & AREDES, A. P. J. (2026). FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO ESCOLAR: PIBID. ANAIS DO EGRAD, (14). Recuperado de https://anaisonline.uems.br/index.php/egrad/article/view/11373

Edição

Seção

CIÊNCIAS HUMANAS